A IDENTIDADE E O CONCEITO DA MARCA MAIS DISRUPTIVA DO DISTRITO FEDERAL
12/27/20253 min read


A'CRON: Como e quando surgiu a ideia de criar a Oitotuft e quem foi os seus primeiros idealizadores?
OITOTUFT: A ideia de ter um espaço, formar um time e trabalhar em coisas legais é algo que acompanha cada um do nosso grupo mesmo antes de nos unirmos. A ideia da oito surgiu no final de 2023, quando depois de uma viagem Guga teve a ideia de criar uma lojinha de produtos únicos e o primeiro passo seria vender tapetes. Ele escolheu tapetes por alguns motivos, o primeiro deles era “gerar a notícia”. “Se chegássemos vendendo camisetas, seríamos apenas mais uma marca de roupa, mas se vendêssemos tapetes seríamos únicos e isso automaticamente nos colocaria numa posição de autoridade, aumentando o interesse das pessoas em saber sobre nós”. Chegando em Brasília, Guga procurou seu amigo de infância Gude e contou da sua ideia, Gude animou e os dois começaram a estudar como fazer tapetes.
No final desse mesmo ano compraram o maquinário necessário e começaram fazendo testes. “Depois de 3 meses testando a técnica nos sentimos aptos pra realizar encomendas. Mas ainda faltava algo” sabíamos que pra criar uma marca forte, precisaríamos de um material audiovisual de altíssima qualidade, foi aí que o nome de Gabriel Ikeda surgiu na mesa. “Como já tinha todo o planejamento da marca na cabeça, montei uma apresentação e fui na casa do Gabo mostrar a ideia” quando a apresentação acabou ele disse que estava dentro do projeto.
A oito seria o laboratório criativo que nós precisávamos. Funcionando como válvula de escape dos trabalhos aue queríamos desenvolver mas não podíamos expressar no mundo corporativo tradicional. Ao longo desse processo fomos entendemos que somos mais que uma marca, somos um time criativo e nesse propósito outras três pessoas se juntaram no coletivo: Ana Lua Brasil, Henrique Farage e Joana Piantino, cada um trazendo um arsenal e um background diferente ao grupo.
A'CRON: O que despertou a iniciativa de criar o projeto?
OITOTUFT: Duas coisas. Acreditamos que presentear é um dos atos mais bonitos que existem e amamos a cultura cozy/conforto (lugar pra sentar, luzes baixas, música boa). A iniciativa veio dessa vontade de criar um lugar em que as pessoas pudessem se sentir em casa e ao mesmo tempo descobrir presentes únicos pra dar a quem se ama. Disso se desdobrou todo o conceito e estratégia da marca.
A'CRON: Como funciona, atualmente, as atividades da Oitotuft?
OITOTUFT: Hoje a oito é mais que uma loja ou estúdio, somos um ecossistema criativo com três frentes: a oito tuft é nossa frente de produtos, a superoito é nossa frente de audiovisual e a 8x8 é nosso braço de eventos intimistas. Em resumo: fazemos tapetes, vídeos e festas.
A'CRON: Quais são os próximos passos que você imagina para o projeto?
OITOTUFT: Em 2026 queremos atuar no desenvolvimento de produtos em conjuntos com outros artistas, sejam tapetes ou até outras coisas. A ideia também é expandir nossa linha de produtos, dentro do universo do conforto: roupões, pijamas, pantufas e luminárias. No audiovisual, nosso plano é continuar gerando conteúdo de qualidade e fortalecendo a comunidade sendo porta-vozes de coisas interessantes.
Hoje já atuamos desenvolvendo campanhas audiovisuais pra outras marcas que se interessaram na nossa linguagem e a ideia é expandir isso. E em relação ao nosso braço de eventos, nosso plano é receber mais encontros únicos no nosso espaço, de workshops artísticos a degustações de vinho. Queremos receber e criar encontros que gerem conversa, vemos nosso espaço como uma sala de estar entre marcas e pessoas interessantes.




