CONHEÇA O ARTISTA #72 - VIVARI
1/15/20261 min read


A'CRON: Como e quando foi o seu início na música?
VIVARI: Resumidamente, meu início na arte aconteceu aos 13 anos, quando comecei a tocar guitarra. Sempre me senti muito eufórico com as músicas e instrumentais que ouvia, fortemente influenciado pelo meu irmão. Naquela época, consumia bastante rock e o hip hop dos anos 2000.
A partir daí surgiu o interesse pelos instrumentos e, logo depois, pelo vocal, que já veio acompanhado das rimas. Com isso, passei a frequentar batalhas de rima, onde conheci diversas pessoas que contribuíram diretamente para a construção do artista que sou hoje.
A'CRON: Quais foram os principais desafios que você enfrentou para se firmar como um artista musical?
VIVARI: A maior dificuldade — e um desafio bastante comum — foi lidar com as rápidas mudanças de sonoridades no mercado musical. No início, era difícil assimilar essas transformações e me sentir confiante com minhas próprias produções.
Isso porque, antes de atuar como produtor, eu já rimava e fazia música há muito mais tempo do que produzia. Essa transição para a produção musical me trouxe inseguranças, principalmente por sentir que ainda não tinha conhecimento suficiente.
Com o tempo, através de muito estudo e dedicação, você começa a entender os processos, ganha segurança e passa a confiar mais no seu próprio som.
A'CRON: Como você enxerga a cena artistica do Distrito Federal e quais referências você tem da cidade?
VIVARI: Eu enxergo a cena como algo muito rico, com um grande potencial de autossustentabilidade. A prova disso está nas referências da maioria da rapaziada daqui, que se inspira em nomes como Duckjay e Hungria, artistas que conseguiram construir caminhos sólidos e independentes.
A'CRON: Em uma frase, tente simplificar a forma que você enxerga o seu trabalho artístico
VIVARI: Um trabalho artístico baseado em versatilidade, autenticidade e confiança.
